Curso de Pronúncia em Inglês
1. MÓDULO BÁSICO
Tres bruxas olham três relogios Swatch. Qual bruxa olha qual relogio?
Three witches watch three Swatch watches. Which witch watch which Swatch watch?
2. MÓDULO INTERMEDIÁRIO
Tres bruxas “travestis” olham os botões de três relogios Swatch. Qual bruxa travesti olha os botões de qual relogio Swatch?
Three switched witches watch three Swatch watch switches. Which switched witch watch which Swatch watch switch?
3. MÓDULO AVANÇADO
Tres bruxas suecas transexuais olham os botões de tres relogios Swatch suiços. Qual bruxa sueca transexual olha qual botão de qual relogio Swatch suiço?
Three Swedish switched witches watch three Swiss Swatch watch switches. Which Swedish switched witch watch which Swiss Swatch watch switch?
Mulher-Alho
Depois da Mulher-Melancia, Mulher-Sanambaia, lhes apresento a Mulher-Alho!
Quem É o Chefe?
No princípio da humanidade, quando Deus criou o corpo humano, os órgãos vitais do mesmo começaram a discutir sobre quem seria o chefe.
O cérebro expôs:
- Eu devo ser o chefe já que ordeno o funcionamento de todos vocês.
Os olhos argumentaram:
- Nós devíamos ser o chefe porque guiamos todo o corpo.
O coração disse:
- Então eu deveria ser o chefe porque levo o sangue para que todos vocês funcionem.
Nesse caso, disse o estômago:
- Eu serei o chefe porque os alimento a todos.
A pernas declaram-se chefes porque, segundo elas, transportam todo o corpo. O demais órgãos indignaram-se pelo que cada um sentia, foi quando o cú pediu para ser ele o chefe. Todos riram desta tirada que consideraram despropositada. E o cú declarou:
- Eu serei o chefe – e negou-se a cagar durante 5 dias.
O corpo estalava, o estômago sentia-se mal, os olhos nublavam-se, o coração ameaçava parar, as pernas tremiam… E, então, todos gritaram:
- Salve grande cú, Chefe do Corpo!
Desde então qualquer cuzão pode ser chefe.
Big Bosta Brasil 10
Que me perdoem os ávidos telespectadores do Big Brother Brasil (BBB), produzido e organizado pela nossa distinta Rede Globo, mas conseguimos chegar ao fundo do poço. A décima (está indo longe) edição do BBB é uma síntese do que há de pior na TV brasileira. Chega a ser difícil encontrar as palavras adequadas para qualificar tamanho atentado à nossa modesta inteligência.
Dizem que Roma, um dos maiores impérios que o mundo conheceu, teve seu fim marcado pela depravação dos valores morais do seu povo, principalmente pela banalização do sexo. O BBB 10 é a pura e suprema banalização do sexo. Impossível assistir ver este programa ao lado dos filhos. Gays, lésbicas, heteros… todos na mesma casa, a casa dos heróis, como são chamados por Pedro Bial. Não tenho nada contra gays, acho que cada um faz da vida o que quer, mas sou contra safadeza ao vivo na TV, seja entre homossexuais ou heterosexuais. O BBB 10 é a realidade em busca do IBOPE: é putaria ao vivo!!!
Veja como Pedro Bial tratou os participantes do BBB 10. Ele prometeu um zoológico humano divertido . Não sei se será divertido, mas parece bem variado na sua mistura de clichês e figuras típicas.
Se entendi corretamente as apresentações, são 15 os animais do zoológico: o judeu tarado, o gay afeminado, a dentista gostosa, o negro com suingue, a nerd tímida, a gostosa com bundão, a não sou piranha mas não sou santa, o modelo Mr. Maringá, a nordestina sorridente, a lésbica convicta, a DJ intelectual, o carioca marrento, o maquiador drag-queen e a PM que gosta de apanhar (essa é para acabar!!!).
Pergunto-me, por exemplo, como um jornalista, documentarista e escritor como Pedro Bial que, faça-se justiça, cobriu a Queda do Muro de Berlim, se submete a ser apresentador de um programa desse nível. Em um e-mail que recebi há pouco tempo, Bial escreve maravilhosamente bem sobre a perda do humorista Bussunda referindo-se à pena de se morrer tão cedo. Eu gostaria de perguntar se ele não pensa que esse programa é a morte da cultura, de valores e princípios, da moral, da ética e da dignidade.
Outro dia, durante o intervalo de uma programação da Globo, um outro repórter acéfalo do BBB disse que, para ganhar o prêmio de um milhão e meio de reais, um Big Brother tem um caminho árduo pela frente, chamando-os de heróis. Caminho árduo? Heróis? São esses nossos exemplos de heróis?
Caminho árduo para mim é aquele percorrido por milhões de brasileiros, profissionais da saúde, professores da rede pública (aliás, todos os professores), carteiros, lixeiros e tantos outros trabalhadores incansáveis que, diariamente, passam horas exercendo suas funções com dedicação, competência e amor e quase sempre são mal remunerados..
Heróis são milhares de brasileiros que sequer tem um prato de comida por dia e um colchão decente para dormir, e conseguem sobreviver a isso todo santo dia.
Heróis são crianças e adultos que lutam contra doenças complicadíssimas porque não tiveram chance de ter uma vida mais saudável e digna.
Heróis são inúmeras pessoas, entidades sociais e beneficentes, ONGs, voluntários, igrejas e hospitais que se dedicam ao cuidado de carentes, doentes e necessitados (vamos lembrar de nossa eterna heroína Zilda Arns).
Heróis são aqueles que, apesar de ganharem um salário mínimo, pagam suas contas, restando apenas dezesseis reais para alimentação, como mostrado em outra reportagem apresentada meses atrás pela própria Rede Globo.
O Big Brother Brasil não é um programa cultural, nem educativo, não acrescenta informações e conhecimentos intelectuais aos telespectadores, nem aos participantes, e não há qualquer outro estímulo como, por exemplo, o incentivo ao esporte, à música, à criatividade ou ao ensino de conceitos como valor, ética, trabalho e moral. São apenas pessoas que se prestam a comer, beber, tomar sol, fofocar, dormir e agir estupidamente para que, ao final do programa, o escolhido receba um milhão e meio de reais. E ai vem algum psicólogo de vanguarda e me diz que o BBB ajuda a “entender o comportamento humano”. Ah, tenha dó!!!
Veja o que está por trás do BBB: José Neumani da Rádio Jovem Pan, fez um cálculo de que se vinte e nove milhões de pessoas ligarem a cada paredão, com o custo da ligação a trinta centavos, a Rede Globo e a Telefônica arrecadam oito milhões e setecentos mil reais. Eu vou repetir: oito milhões e setecentos mil reais a cada paredão.
Já imaginaram quanto poderia ser feito com essa quantia se fosse dedicada a programas de inclusão social, moradia, alimentação, ensino e saúde de muitos brasileiros?
(Poderia ser feito mais de 520 casas populares; ou comprar mais de 5.000 computadores )
Essas palavras não são de revolta ou protesto, mas de vergonha e indignação, por ver tamanha aberração ter milhões de telespectadores.
Em vez de assistir ao BBB, que tal ler um livro, um artigo de Jabor, um poema de Mário Quintana ou de Neruda ou qualquer outra coisa…, ir ao cinema…, estudar…, ouvir boa música…, cuidar das flores e jardins…, telefonar para um amigo…, visitar os avós… , pescar…, brincar com as crianças…, namorar… ou simplesmente dormir. Assistir ao BBB é ajudar a Globo a ganhar rios de dinheiro e destruir o que ainda resta dos valores sobre os quais foi construída nossa sociedade.
(Autor Desconhecido)
A César o que é de César
PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO. COMARCA DE NITERÓI – NONA VARA
CÍVEL. Processo n° 2005.002.003424- 4.
SENTENÇA
Cuidam-se os autos de ação de obrigação de fazer manejada por ANTONIO MARREIROS DA SILVA MELO NETO contra o CONDOMÍNIO DO EDIFÍCIO LUÍZA VILLAGE e JEANETTE GRANATO, alegando o autor fatos precedentes ocorridos no interior do prédio que o levaram a pedir que fosse tratado formalmente de “senhor”.
Disse o requerente que sofreu danos, e que esperava a procedência do pedido inicial para dar a ele autor e suas visitas o tratamento de “Doutor”, “senhor”, “Doutora”, “senhora”, sob pena de multa diária a ser fixada judicialmente, bem como requereu a condenação dos réus em dano moral não inferior a 100 salários mínimos.
(…)
DECIDO. “O problema do fundamento de um direito apresenta-se diferentemente conforme se trate de buscar o fundamento de um direito que se tem, ou de um direito que se gostaria de ter.” (Noberto Bobbio, in “A Era dos Direitos”, Editora Campus, pg.15).
Trata-se o autor da ação de Juiz digno, merecendo todo o respeito deste sentenciante e de todas as demais pessoas da sociedade, não se justificando tamanha publicidade que tomou este processo. Agiu o requerente como jurisdicionado, na crença de seu direito. Plausível sua conduta, na medida em que atribuiu ao Estado a solução do conflito. Não deseja o ilustre Juiz, tola bajulice, nem esta ação pode ter conotação de incompreensível futilidade.. O cerne do inconformismo é de cunho eminentemente subjetivo, e ninguém, a não ser o próprio autor, sente a mesma dor, e este sentenciante bem compreende o que tanto incomoda o probo Requerente.
Está claro que não quer, nem nunca quis o autor, impor medo de autoridade, ou que lhe dediquem cumprimento laudatório, posto que é homem de notada grandeza e virtude . Entretanto, entendo que não lhe assiste razão jurídica na pretensão deduzida.
“Doutor” não é forma de tratamento, e sim título acadêmico utilizado apenas quando se apresenta tese a uma banca e esta a julga merecedora de um doutoramento Emprega-se apenas às pessoas que tenham tal grau, e mesmo assim no meio universitário . Constitui-se mera tradição referir-se a outras pessoas como “doutor”, sem o ser, e fora do meio acadêmico. Daí a expressão doutor honoris causa – para a honra – que se trata de título conferido por uma universidade, à guisa de homenagem, a determinada pessoa, sem submetê-la a exame. Por outro lado, vale lembrar que “professor” e “mestre”, são títulos exclusivos dos que se dedicam ao magistério, após concluído o curso de mestrado.
Embora a expressão “senhor” confira a desejada formalidade às comunicações – não é pronome -, e possa até o autor aspirar distanciamento em relação a qualquer pessoa, afastando intimidades, não existe regra legal que imponha obrigação ao empregado do condomínio a ele assim se referir.
O empregado que se refere ao autor por “você”, pode estar sendo cortês, posto que “você” não é pronome depreciativo. Isso é formalidade, decorrente do estilo de fala, sem quebra de hierarquia ou incidência de insubordinação. Fala-se segundo sua classe social.
O brasileiro tem tendência na variedade coloquial relaxada, em especial a classe “semi-culta” , que sequer se importa com isso. Na verdade “você” é variante – contração da alocução – do tratamento respeitoso “Vossa Mercê”. A professora de linguística Eliana Pitombo Teixeira ensina que os textos literários que apresentam altas freqüências do pronome “você”, devem ser classificados como formais. Em qualquer lugar desse país, é usual as pessoas serem chamadas de “seu” ou “dona”, e isso é tratamento formal.
Em recente pesquisa universitária, constatou-se que o simples uso do nome da pessoa substitui o senhor/a senhora, e você, quando usados como prenome, isso porque soa como pejorativo tratamento diferente.
Na edição promovida por Jorge Amado, “Crônica de Viver do Baiano Seiscentista” , nos poemas de Gregório de Matos, destacou o escritor que Miércio Táti anotara que “você” é tratamento cerimonioso. (Rio de Janeiro/São Paulo, Record, 1999).
Urge ressaltar que tratamento cerimonioso é reservado a círculos fechados da diplomacia, clero, governo, judiciário e meio acadêmico, como já se disse. A própria Presidência da República fez publicar Manual de Redação instituindo o protocolo interno entre os demais Poderes.
Mas na relação social não há ritual litúrgico a ser obedecido. Por isso que se diz que a alternância de “você” e “senhor” traduz-se numa questão sociolingüística, de difícil equação num país como o Brasil, de várias influências regionais.
Ao Judiciário não compete decidir sobre a relação de educação, etiqueta, cortesia ou coisas do gênero, a ser estabelecida entre o empregado do condomínio e o condômino, posto que isso é tema interna corpore daquela própria comunidade .
Isto posto, por estar convicto de que inexiste direito a ser agasalhado, mesmo que lamentando o incômodo pessoal experimentado pelo ilustre autor, julgo improcedente o pedido inicial, condenando o postulante no pagamento de custas e honorários de 10% sobre o valor da causa.
ALEXANDRE EDUARDO SCISINIO
Juiz de Direito
De onde vem a raiva daquele cara?
Los Hermanos já haviam escrito e cantado:
De onde vem a calma daquele cara?
Ele não sabe ser melhor, viu?
Entretanto, o que muita gente não entende é de onde vem a raiva dos usuários de Mac contra o Windows. Na verdade, esta raiva é mais presente nos “novos usuários” do que nas pessoas que já começaram usando Mac. A explicação disso é simples e bastante compreensível: novos usuários de Mac tem raiva por terem sido usuários de Windows por tanto tempo.
Isso pode parecer infantil, mas é a pura verdade. A sensação de ter sido “enganado” por tanto tempo, acreditando que usar um computador era uma tarefa difícil, resulta em uma raiva descontrolada. Isso nos permite entender também porque este “novos usuários” fazem tanta propaganda do Mac por aí. A idéia é dizer “pare de sofrer”!
Eu, como muitas pessoas, nunca pensei em usar um Mac um dia, porque me considerava um “usuário avançado” de Windows e estava confortável com isso. No Windows, nunca usei OpenOffice ou outras soluções gratuitas. Eu gosto do Word, acho o Excel extraordinário e o PowerPoint bem intuitivo embora trabalhoso. Por isso a minha tentativa de migrar para o Linux não deu certo.
Não pensem que eu “não consegui usar o Linux”. Ao contrário, desde 1996 sou usuário de Linux, e sempre consegui fazer tudo o que queria nele. O problema era a interface gráfica dele que nunca me convenceu. O Linux, na minha opinião, nunca deixou de ser um sistema operacional baseado em terminal, e seus programas sempre foram interfaces para um programa de linha de comando.
Não jugo isso ruim não, na verdade eu considerei um avanço quando a Microsoft incluiu programas de linha de comando para fazer uma série de tarefas administrativas no Windows Server 2003. Entretanto, o Linux, para mim, sempre será aquele sistema operacional onde as coisas são bastante estáveis e que funcionam bem, mas sempre, através da “tela preta”, desconfortável para ser a minha máquina pessoal.
Quando vim morar na Europa, percebi que aqui se usa muito Mac. No primeiro congresso científico que fui, quase todos usavam Mac. Isso me deixou com uma curiosidade sobre o tal sistema. Comecei a conversar com amigos que usavam Mac, comecei a ler. E me dei conta de que eu não precisava abandonar meu querido Word, o ótimo Excel, nem nada disso. Poderia usar tudo isso estando em um Mac. Isso faria a minha “migração mais fácil”. E de fato fez.
Comprei um Macbook Pro e comecei a usar. Maravilhoso… uma interface simples e que te surpreende quando voce tenta fazer uma tarefa que deveria ser complicada e então percebe que “eles” conseguiram simplificar a coisa. Logo depois descobri a “tela preta” por detrás do Leopard. Sempre soube que a família do BSD, no qual o Mac OS X é baseado, era bem parecida com o Linux, afinal já tinha usado o BSD algumas vezes… e Unix é Unix. Mas o que me surpreendeu foi a facilidade de fazer qualquer coisa que eu fazia com o Linux no meu próprio notebook! E sem perder a elegância de usar Microsoft Office! Melhor, copiando do terminal e colando no Excel… e os dois estão no mesmo sistema, no meu notebook!
Em uma semana já havia me acostumado completamente ao novo sistema. Com um pouco mais de um mes já fazia configurações avançadas e outras mágicas com o Snow Leopard. Se aproximava o Natal e então decidi dar a meu pai, que tem mais de 65 anos de anos de idade, um Mac Mini. Meus irmãos me disseram que ele não iria se adaptar ao novo sistema. Além disso, disseram outros impropérios que não vou citar aqui. Só os convenci quando ao final disse: se ele não gostar eu instalo um Windows no Mac Mini. Os dois se olharam entre si e perguntaram: isso é possível?
Chegou o Natal e meu pai recebeu o presente. Nunca o vi tão feliz, mesmo sabendo que ele não tinha a menor idéia do que de verdade significava aquilo. Instalei o Microsoft Office e copiei todos seus arquivos. Meu pai não usa mais do que a dupla “Office+Internet”. Na verdade usa sim… ele pirateia um monte de filmes e músicas.
Para minha surpresa, ao regressar à Espanha, recebo um email dele onde me perguntava qual era o melhor programa pra Torrent no Mac. E depois, qual seria um bom programa para ver os filmes. Respondi somente o nome do programa e meu pai se encarregou de buscar, baixar e instalar (instalar?!?) os programas, no final me comentou: que ótimo, não precisei instalar nenhum codec. Hã? Pois é… o coroa já estava acostumado às dificuldades do Windows.
Passaram meses e não recebia nenhuma dúvida por telefone, email, nem nada… então perguntei: como vai voce com o Mac pai? Para minha surpresa, e mais ainda de meus irmãos, ele disse que não tinha problema nenhuma, tudo ia bem. Eu evito entrar em discussão pois meu cunhado trabalha na Microsoft e é fã de carteirinha da empresa, ainda bem. No entanto, tem alguns dias que recebi uma chamada de meu irmão que dizia:
- Quando voce vier, voce pode trazer um notebook, igual ao seu, pra mim?
Hoje eu quase não uso mais o Word. Se tenho que fazer algo com qualidade e precisão gráfica, uso o TeXShop pra compilar algo com o LaTeX, se não preciso de tanta qualidade, o bom e velho TextEdit. Algo como o Bloco de Notas com capacidades de WordPad.
O Excel ainda uso, afinal ele é muito melhor do que o Excel para Windows! Imagine que ele não tem limites de columas nem de linhas! Excelente para fazer as análises estatísticas dos meu experimentos. Na hora de gerar gráficos, copio uma ou duas linhas pro Numbers, o semelhante ao Excel da Apple, e gero os gráficos por ele. A qualidade e a beleza dos gráficos é muito maior. No final das contas, tudo fica mais fácil gorando PDFs para todos os lados e incorporando-os no TeXShop.
O PowerPoint ainda uso… mas pra criar figuras e exportar PDFs também… as apresentações ficam muitos melhores, mais organizadas e mais fácies de fazer em LaTeX com o Beamer.
MSN? Gtalk? Tudo isso vai dentro do Adium, simples, leve e muito configurável… por sinal ele concentra também os contatos do ICQ, Skype e Facebook (chat). Isso porque eu só uso estes, mas tem muitos mais.
Tudo isso ao alcance de um potente terminal Unix, ou melhor, um programinha como o “Iniciar -> Executar” à duas teclas de distância: CMD+R. Sem falar da excelente IDE pra programação, o Xcode, e todo o mundo GNU por trás: gcc, automake, autoconf, libtool, m4, gdb, …
Se alguém me perguntar hoje: to Apple or not to Apple? Eu diria to Apple na mesma hora, aliás, já está perdendo tempo. Não questiono o fato de que são máquinas mais caras. Não quero entrar nesta discussão. Este não é o tema agora… mas é interessante pensar que no mundo Windows a segunda frase da música de Los Hermanos faz mais sentido:
Carta de um Catalão
Escribo esta carta para Telemadrid, espero que la lean y se pongan en mi lugar (sé que no va a ser así). Les hablo en castellano para que me entiendan con facilidad y no se tengan que esforzar en usar un traductor.
He visto su documental llamado ‘Ciudadanos de segunda’ ¿y saben qué? Me han hecho llorar. Suena penoso, ¿no? Me da igual, no tengo reparo en mostrar mis sentimientos.
Les contaré, me llamo Arnau, soy de un pueblo de ‘la Anoia’ (provincia de Barcelona) llamado Capellades, de unos 5000 habitantes, he sido escolarizado toda mi vida en la escuela pública, donde nunca he destacado y siempre he ido justo a la hora de pasar cursos, llegando a repetir 1º de bachillerato. Actualmente estoy cursando 2º del ya dicho curso, tengo dieciocho años. Sin embargo, me considero plenamente capaz de presentarles ya sea verbalmente o escrita cualquier tipo de argumentación en su lengua, el castellano. Y no solo me atrevo a decirles esto, sino que también me atrevo a decirles que desconozco cualquier persona que no sea capaz de hacerlo. También me considero capaz de hablarles con suma facilidad en su lengua, me siento capaz de sentarme delante de ustedes y expresarles en castellano mis sentimientos con toda facilidad.
La supuesta discriminación que he sufrido en la educación catalana, me permite saber un idioma más que ustedes y utilizar el suyo en su máximo nivel, no tengo nada que envidiar a una persona de mi edad que resida en Madrid y se lo digo por experiencia.
¿Se creen que no soy capaz de leer el Quijote? Lo he leído, es más, hace dos años, a los 16. ¿Me creen incapaz de leer El Lazarillo de Tormes o ‘la Celestina’? Se equivocan. ¿Creen que no me gusta Lorca? ¿Creen que no me gusta Machado? Se equivocan. ¿Creen que el castellano es una lengua extraña para mí? ¡Pero si es mi segunda lengua!, la domino a la perfección; ¡leo libros en castellano desde siempre!; de hecho, desde primero de ESO estoy obligado a leer tres libros de castellano por año y en primaria también tenía que leer uno por año, además, mi bachillerato incluye una asignatura llamada Literatura Castellana. Pero también leo por iniciativa propia en castellano, en mi tiempo de ocio me he leído todas las novelas de Harry Potter en castellano.
No soy de mente cerrada, la diversidad bien entendida, en la que una cultura no se come a la otra es un hecho enriquecedor desde mi humilde punto de vista. Yo soy catalán, independentista, de estos malos, como diría Joel Joan o Mikimoto. Les podría meter un rollo de 25 páginas del porque me siento catalán y no español, pero se lo resumiré en una frase: Porque estamos en el siglo XXI y me da la gana.
¿Qué van a hacer señores? ¿Lo que hizo Felipe V? ¿Lo que hizo Primo de Rivera? ¿Lo que hizo Franco? ¿O a caso estoy manipulando la historia y estas ilustres personas (para ustedes) fueron una eminencia respetando los derechos humanos y la libertad de expresión? No quiero entrar en detalles históricos de cada uno de estos personajes, porque así no me pueden acusar de modificar la historia, como siempre hacen ustedes. Todos sabemos que la historia la escriben los vencedores. Por cierto, mi bisabuelo era católico, pero catalanista, lo mató uno de estos tres señores que hicieron lo que ustedes quieren hacer a mi país, destruirlo.
Decirles también, y retomando el hilo anterior, que en mi instituto no todas las asignaturas comunes se hacen en catalán he hecho, matemáticas, filosofía, literatura, inglés y sociales en castellano, además, en el resto de asignaturas, la mayoría de profesores optan por contestar en el idioma en que se les pregunta, cosa que encuentro totalmente mal ya que creo que a la larga, el castellano acabará sustituyendo el catalán en las aulas, relegándolo, pues, al uso familiar.
Las lenguas son como las especies, hay que protegerlas, la extinción de una lengua, tendría que ser traumática en ojos de cualquier humano (un español, por ejemplo), de lo contrario, este demuestra un racismo lingüístico total, un imperialismo, una poca sensibilidad que creía desaparecida del ciudadano español.
No hablamos catalán para molestar. Si no mantenemos el catalán vivo, nadie lo va a hacer por nosotros, nos vemos con esta obligación moral. ¿Racistas, nosotros? En absoluto, acogemos a todo el mundo que no quiera destruir nuestra cultura imponiendo la suya, me da igual que vecino tenga, pero que respete el estatuto de la escalera y si no lo hace, si busca destruir mi escalera, le pediré con toda la educación del mundo que se vaya. Los catalanes no podemos ser racistas, nuestras raíces son mestizas al 100% y orgullosos, si señores, estoy orgulloso de la inmigración andaluza de los 60, orgullosísimo, la mayoría de mis amigos tienen raíces andaluzas, pero ellos se consideran catalanes y lo son tanto como yo, sin lugar a dudas…
Además, como nos pueden considerar racistas si tenemos como presidente un hombre de origen andaluz y con mucha dificultad para hablar el catalán, ¿seria el caso a la inversa posible en Andalucía o Madrid? No lo entiendo. Los racistas son ustedes, que quieren imponer su pensamiento en un lugar ajeno, considerando pues, el pensamiento de la gente de este lugar, inferior y menos válido, creando una discriminación evidente entre personas, que se puede tachar, pues, de racista.
Espero que lean mi carta, la he hecho rápido, desordenada y no he hecho un esquema previo como mi profesora de castellano dice. Espero que sepan leer entre líneas. Que sepan ustedes, que las lágrimas que me han hecho derramar riegan mi conciencia, que reside abierta y con ansias de libertad para mi pueblo. ‘Ladran, luego cabalgamos’, como se dice en castellano.
Les dejo con una frase en catalán, como en su documental: Que les meves llàgrimes de ràbia ofeguin la vostra ignorància.









