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nov 16

Uma Década: Celulares

Posted on terça-feira, novembro 16, 2010 in Política, Tecno-nerdice

nov 15

O Capitalismo Segundo Sua Origem

Posted on segunda-feira, novembro 15, 2010 in Piadas, Política

Capitalismo ideal: Você tem duas vacas. Vende uma e compra um touro. Eles se multiplicam, e a economia cresce. Você vende o rebanho e aposenta-se, rico!

Capitalismo norte-americano: Você tem duas vacas. Vende uma e força a outra a produzir leite de quatro vacas. Fica surpreso quando ela morre.

Capitalismo francês: Você tem duas vacas. Entra em greve, porque quer três.

Capitalismo canadense: Você tem duas vacas. Usa o modelo do capitalismo norte-americano. As vacas morrem. Você acusa o protecionismo brasileiro e adota medidas protecionistas para ter as três vacas do capitalismo francês.

Capitalismo japonês: Você tem duas vacas. Redesenha-as para que tenham um décimo do tamanho de uma vaca normal e produzam 20 vezes mais leite. Depois cria desenhinhos de vacas chamados Vaquimon e os vende para o mundo inteiro.

Capitalismo italiano: Você tem duas vacas. Uma delas é sua mãe, a outra é sua sogra, maledetto!

Capitalismo britânico: Você tem duas vacas. As duas são loucas.

Capitalismo holandês: Você tem duas vacas. Elas vivem juntas, não gostam de touros e tudo bem.

Capitalismo alemão: Você tem duas vacas. Elas produzem leite regularmente, segundo padrões de quantidade e horário previamente estabelecido, de forma precisa e lucrativa. Mas o que você queria mesmo era criar porcos.

Capitalismo russo: Você tem duas vacas. Conta-as e vê que tem cinco. Conta de novo e vê que tem 42. Conta de novo e vê que tem 12 vacas. Você para de contar e abre outra garrafa de vodca.

Capitalismo suíço: Você tem 500 vacas, mas nenhuma é sua. Você cobra para guardar a vaca dos outros.

Capitalismo espanhol: Você tem muito orgulho de ter duas vacas.

Capitalismo português: Você tem duas vacas. E reclama porque seu rebanho não cresce…

Capitalismo chinês: Você tem duas vacas e 300 pessoas tirando leite delas. Você se gaba de ter pleno emprego e alta produtividade. E prende o ativista que divulgou os números.

Capitalismo argentino: Você tem duas vacas. Você se esforça para ensinar as vacas mugirem em inglês. As vacas morrem. Você entrega a carne delas para o churrasco de fim de ano do FMI.

Capitalismo brasileiro: Você tem duas vacas. Uma delas é roubada. O governo cria a CCPV – Contribuição Compulsória pela Posse de Vaca. Um fiscal vem e te autua, porque embora você tenha recolhido corretamente a CCPV, o valor era pelo número de vacas presumidas e não pelo de vacas reais. A Receita Federal, por meio de dados também presumidos do seu consumo de leite, queijo, sapatos de couro, botões, presumia que você tivesse 200 vacas e para se livrar da encrenca, você dá a vaca restante para o fiscal deixar por isso mesmo…

nov 9

O Buraco No Muro

Posted on terça-feira, novembro 9, 2010 in Política, Vídeos Legais

out 22

Quanto se Paga Pelo Horário Eleitoral?

Posted on sexta-feira, outubro 22, 2010 in Política, Vídeos Legais

out 5

Piada Portuguesa

Posted on terça-feira, outubro 5, 2010 in Piadas, Política

O único documento que não serve para votar no Brasil é o título de eleitor.

out 4

Filme: Lula, o Filho do Brasil

Posted on segunda-feira, outubro 4, 2010 in Política

“Este filme foi produzido sem o uso de qualquer lei
de incentivo federal, estatal ou municipal,
graças aos patrocinadores:

SENAI
Camargo Corrêa
GDF Suez
OAS
EBX
Brahma
Odebrecht
Volkswagen
Souza Cruz
Hyundai
Neoenergia
Oi/Telemar
…”

Sem recursos públicos? Tá de sacanagem né? Eu nunca vi incentivo mais governamental do que este!

out 2

Os 10 Melhores Slogans de Campanha Eleitoral

Posted on sábado, outubro 2, 2010 in Política

10º lugar – Edeilza, que tem o apelido de Dê, candidata em Miguel Calmon (BA), com o slogan: ‘Em 2008 Dê na câmara.’

9º lugar – Guilherme Bouças, com o slogan: ‘Chega de malas, vote em Bouças.’

8º lugar – Grito de guerra do candidato Lingüiça, lá de Cotia (SP). ‘Lingüiça Neles!’

7º lugar – Em Descalvado (AL), tem uma candidata chamada Dinha cujo slogan é: ‘Tudo Pela Dinha.’

6º lugar – Em Carmo do Rio Claro, tem um candidato chamado Gê. ‘Não vote em A, nem em B, nem em C; na hora H, vote em Gê.’

5º lugar – Em Hidrolândia (GO), tem um candidato chamado Pé. ‘Não vote sentado, vote em Pé.’

4º lugar – E em Piraí do Sul tem um gay chamado Lady Zu. ‘Aquele que dá o que promete.’

3º lugar – A cearense chamada Debora Soft, stripper e estrela de show de sexo explícito. Slogan: ‘Vote com prazer!’

2º lugar – Em Mogi das Cruzes (SP), tem um candidato chamado Defunto: ‘Vote em Defunto, porque político bom é político morto!’

1º lugar – Luiz Sobral, Candidato a prefeito de Irecê (BA): ‘Com a minha fé e as fezes de vocês, vou ganhar a eleição.’

De quem é a culpa? Deles ou de quem vota neles?

out 1

A Era do Grunhido

Posted on sexta-feira, outubro 1, 2010 in Política, Textos (de outros)

O Brasil tem uma revista semanal, “Veja”, que se considera a maior do país. Deve até ser mesmo, sei lá quais são os critérios, não sei quantos leitores tem, quanto fatura, não me interessa. Deixei de assinar essa porcaria anos atrás, já não me lembro se por algum motivo específico, ou se foi, apenas, porque um dia peguei na porta de casa e me espantei: eu ainda gasto dinheiro com esta merda?

Tal revista perdeu a relevância, para estabelecer um marco, depois da queda de Collor de Mello. Naqueles anos de impeachment, as semanais deram vários furos, foram importantes, descobriram coisas. Depois, sumiram. Hoje, a “Veja” é reduto de uns caras chiliquentos como Diogo Mainardi, Reinaldo Azevedo e Augusto Nunes. “Ah, você não lê, como sabe?”, vai perguntar alguém.

Eu de tudo sei, tudo conheço. Piadinha interna.

Mas não quero falar aqui dessas figuras ridículas que acham que escrevem bem e que se julgam parte de algum grupo de pensadores contemporâneos, já que são cheios de fazer citações by Wikipedia e com elas impressionam seus leitores babacas. O que escrevem e dizem, para não ofender demais, repercute entre eles três e seus leitores babacas, todos compartilhados. Eles detestam o Lula e o PT, e é tudo que conseguem exprimir com sua verborragia enjoativa e padronizada. Mas dali não sai, suas opiniões e ataques histéricos contra o que chamam de esquerda brasileira não têm importância alguma, não produzem eco algum.

Só que a capa da “Veja”, embora a revista seja uma droga indizível, tem importância, sim. Afinal, ela é vista por alguns milhões de pessoas, repousa amarrotada durante meses em mesinhas de consultórios médicos, dentistas e despachantes, e as pessoas a notam nas bancas de jornais, ao lado de mulheres peladas. E algumas pessoas ainda puxam assunto em mesas de bares e restaurantes dizendo “li na ‘Veja’”, e tal. São os “formadores de opinião”. Uau.

E aí aparece aqui na minha frente, no estúdio da rádio, a ”Veja” que foi hoje às bancas. Na capa, “CALA BOCA GALVÃO”, uma foto do narrador da Globo, e está dada a senha para uma pretensa reportagem séria de sete páginas, um “box” e três gráficos sobre o poder do Twitter, motivada por uma bobagem infanto-juvenil que nem os “tuiteiros” levam muito a sério, lançada no dia da abertura da Copa. Aliás, nem o Galvão levou a sério, claro, porque discutir um uma “hashtag” de Twitter é como sugerir um seminário para analisar a musicalidade de uma vuvuzela, ou um congresso sobre comunidades bizarras do Orkut.

Ontem morreu José Saramago. O maior escritor da língua portuguesa mereceu desse semanário indefensável meia página, com uma foto e uma legenda editorializada, porque ”Veja” tem opiniões formadas até sobre índice e numeração de páginas. Diz a legenda: “ESTILO E EQUÍVOCO”, reduzindo Saramago a isso, a alguém que tinha estilo e era equivocado, para atacar as posições políticas e religiosas do escritor, comunista e ateu.

Alguém ser comunista e ateu, para a “Veja”, é algo mais condenável do que estuprar a mãe no tanque. “Ao lado da criação literária, manteve-se sempre ativo, e equivocado, na política”, diz o texto pastoso, que nem assinado foi. Uma pobreza jornalística inacreditável. “Nos países cujos regimes ele defendia, nenhum escritor que ousou discordar teve o luxo de uma morte tranquila”, encerra o autor. Como é que alguém pode escrever uma merda desse tamanho? Será que essa gente não tem vergonha do que coloca no papel?

Pois todas as palavras ditas e escritas por Saramago, capaz de obras-primas da literatura universal como “O Evangelho Segundo Jesus Cristo”, “Ensaio Sobre a Cegueira”, “Todos os Nomes”, “Memorial do Convento”, “Caim”, “Jangada de Pedra”, mereceram da “Veja” meia página, enquanto três palavras bobas espalhadas pelo Twitter foram parar na capa da revista e em sete de suas páginas.

O que mais me atormenta, quando vejo essas coisas, é saber que graças a decisões editoriais como essa, uma babaquice como o “CALA BOCA GALVÃO” assume, diante dos olhos e do julgamento dos retardados que levam tal revista a sério, uma importância bem maior do que a vida e a obra de Saramago.

Saramago pedindo um café a sua esposa tem mais conteúdo, provavelmente, do que todas as edições juntas de “Veja” dos últimos 15 anos. Ele tinha razão, quando falava do Twitter — não se enganem, Saramago tinha até blog, não era um velhote vivendo numa caverna. Numa recente entrevista por e-mail a “O Globo”, disse: “Nem sequer é para mim uma tentação de neófito. Os tais 140 caracteres reflectem algo que já conhecíamos: a tendência para o monossílabo como forma de comunicação. De degrau em degrau, vamos descendo até o grunhido”.

Pois a “Veja”, hoje, inaugurou a era do grunhido impresso.

Flavio Gomes

set 27

Cirurgião Político

Posted on segunda-feira, setembro 27, 2010 in Política

set 21

Mais Uma Frase Excelente!

Posted on terça-feira, setembro 21, 2010 in Política

As faculdades no Brasil são instituições financeiras que vendem diplomas. Os alunos são os clientes interessados. Os professores são os caras que atrapalham as negociações.